Bahia tem a 3ª maior torcida nas organizações criminosas, diz pesquisa
Levantamento ouviu quase 4 mil pessoas envolvidas no tráfico de drogas em 23 estados do país

A torcida do Bahia apareceu no topo da lista de um estudo nacional que mapeou hábitos, percepções e preferências de pessoas envolvidas na dinâmica do tráfico de drogas no Brasil. Segundo o levantamento Raio-X da Vida Real, produzido pela Data Favela, o Tricolor baiano foi o terceiro clube mais mencionado entre os entrevistados, atrás apenas de Flamengo e Corinthians.
O dado faz parte de um questionário aplicado presencialmente a 3.954 pessoas que exercem funções regulares dentro do ecossistema criminoso, em comunidades de 23 estados, respeitando a proporção populacional das cinco regiões do país.
O objetivo da pesquisa, segundo a organização, é compreender aspectos sociais que atravessam o universo do crime organizado, e não medir o tamanho real das torcidas brasileiras.
Flamengo e Corinthians lideram; Bahia fica em 3º lugar
No recorte de identificação clubística, o Flamengo aparece em primeiro lugar, citado por 24% dos participantes, seguido pelo Corinthians, com 13%.
Logo atrás surge o Bahia, mencionado por 8% dos entrevistados — índice superior ao de clubes como Palmeiras, São Paulo e Vasco.
Ranking apresentado no levantamento:
1- Flamengo – 24%
2- Corinthians – 13%
3- Bahia – 8%
4- Botafogo – 7%
5- Vasco – 6%
6- Atlético-MG – 5%
7- Fluminense – 4%
8- Palmeiras – 4%
9- Sport – 4%
10- São Paulo – 3%

Como foi feita a pesquisa
A Data Favela descreve o estudo como um retrato do cotidiano de quem atua na ponta das redes criminosas.
As entrevistas foram feitas pessoalmente, nos lugares onde se concentram as atividades do tráfico de drogas, com pessoas que desempenham funções diversas dentro da operação.
O objetivo declarado não é medir popularidade dos clubes, mas compreender padrões culturais, econômicos e sociais entre indivíduos ligados a atividades ilícitas.
“Raio-X da Vida Real” se propõe a mapear comportamentos, condições de vida, renda, rotinas e referências culturais desse grupo — entre elas, o time de coração.
A lista de clubes citados pelos entrevistados revela, sobretudo, a presença desses times nos territórios pesquisados, e não uma relação direta com o crime organizado.
Ainda assim, o resultado coloca o Bahia em posição de destaque e reforça que a marca do clube tem forte penetração popular em regiões periféricas do país, especialmente no Nordeste.
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